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Estrela de Natal: conjunção entre Júpiter e Saturno pode ser vista a olho nu

O encontro dos planetas repetirá magnitude vista pela última vez em 1226, ainda na Idade Média

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 dez 2020, 12h54 | Atualizado em 5 set 2025, 11h25
Alinhamento
 (Veja São Paulo/Divulgação)
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O alinhamento entre Júpiter e Saturno é considerado relativamente raro, pois ocorre a cada 20 anos. No entanto, a proximidade entre os dois planetas que acontecerá hoje (21) não é vista desde o dia 4 de março de 1226, ainda na idade média. É a chamada grande conjunção. 

Entre os dias 16 e 25 de dezembro, a distância entre os dois é inferior ao diâmetro da lua. Nesta segunda-feira (21) à noite, logo após o pôr do sol, acontece o ápice da aproximação.

Júpiter e Saturno estarão separados por um quinto do diâmetro da lua cheia, o que proporcionará a visão de um “disco duplo”. Para os observadores com telescópio, será possível enxergar, em um mesmo campo de visão, ambos os planetas e algumas de suas maiores luas.

Se não houver nebulosidade, o fenômeno pode ser visto de qualquer lugar do país a olho nu. Porém, a visibilidade é melhor em regiões próximas ao equador. 

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