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Inquérito vai apurar consequências de bloqueios de ruas e avenidas em SP

O inquérito civil foi instaurado nesta terça-feira (5). Saiba mais

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
5 Maio 2020, 17h48 •
Vista aérea da cidade de São Paulo
 (Diogo Moreira/Divulgação Governo de São Paulo/Divulgação)
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  • prefeitura de São Paulo adotou uma nova medida para estimular o isolamento social nesta pandemia por Covid-19: na segunda-feira (4), vias da cidade foram bloqueadas no horário de pico. A decisão visa restringir a circulação de veículos e ampliar a taxa de distanciamento na capital paulista. Agora, a Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital instaurou um inquérito para apurar as consequências das restrições de ruas e avenidas.

    O inquérito civil foi instaurado nesta terça-feira (5) para apurar os reflexos da implementação de bloqueio de avenidas e ruas de São Paulo. Foram pedidos esclarecimentos à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) quanto aos estudos técnicos da área de tráfego e de saúde que embasaram a adoção da medida de bloqueio das avenidas Moreira Guimarães, Santos Dumont, Radial Leste e Francisco Morato. A promotoria questiona ainda “se há estudos visando ampliação do bloqueio para outras vias ou a realização de adequações no procedimento, se os estudos e planejamento da medida em questão levaram em conta os reflexos e interferências eventuais com o regime de rodízio de veículos”, informa o comunicado.

    A promotoria questiona ainda as consequências previstas na “circulação de pedestres, profissionais de saúde, veículos de transporte coletivo e veículo que atendem a situações emergenciais de saúde e segurança pública”, além de outros serviços essenciais. O inquérito também argumenta que os bloqueios em São Paulo acabaram por “causar congestionamentos e indesejáveis dificuldades para a circulação em geral, inclusive de ambulâncias, resultado que, a princípio, pode gerar reflexos negativos para o combate à pandemia em questão, além de consequências para a ordem urbanística”.

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